A Festa do Costelão de Cascavel que este ano completa 29 anos está inserida dentro da Festa do Trabalhador, que já completa 58 anos, é um evento tradicional que ocorre todos os anos no Seminário Arquidiocesano São José, em Cascavel (PR), desde 1º de maio de 1968 — data do Dia do Trabalhador e também festa de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores e do seminário.
A primeira Festa do Trabalhador foi realizada em 1968, quando o seminário passou a celebrar oficialmente o dia do padroeiro e do trabalhador com confraternização e atividades comunitárias.
O que hoje se conhece como Festa do Costelão começou a ganhar destaque a partir da década de 1990, tornando-se parte integrante das celebrações do Dia do Trabalhador no seminário.
A partir de meados dos anos 1990, o costelão assado em “fogo de chão” — técnica tradicional de churrasco — passou a ser o prato principal e símbolo do evento.
A festa com costelão foi oficialmente incorporada ao calendário anual de eventos da cidade e do estado, ganhando reconhecimento e atraindo um público crescente de moradores e visitantes.
Esta tradicional festa, extrapolou as fronteiras do Brasil e recebe em Cascavel turistas de vários países que vem apreciar o Costelão de Fogo de Chão.
O evento movimenta mais de 20.000 pessoas da cidade, estado e diversos países, como: Bolívia, Paraguai, Argentina, China, Portugal, México, Estados Unidos, Alemanha, entre outros, incluindo empresas e seus funcionários, que aproveitam o evento para realização de confraternização pela passagem do Dia Mundial do Trabalhador.
Em edições recentes, o número de costelas assadas chega a dezenas de toneladas — por exemplo, 16 a 18 toneladas de carne bovina, com cerca de 500 a 600 costelões inteiros preparados. Além disso, tem-se aproximadamente 2.000 costelas em cortes menores que também são consumidas neste dia.
Em 2017, o evento ganhou destaque internacional ao receber a visita do Guinness World Record como o maior churrasco do mundo em formato de “fogo de chão”.
Mais que um churrasco, a festa une fé, gastronomia, voluntariado e solidariedade: a renda é revertida para a manutenção do seminário e para a formação de seminaristas, com o apoio de 1.000 voluntários.